terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Sonhos 13.0

Eu. Tu. E uma mota.

É o suficiente. É o que preciso para ser feliz 🙃 
Estás, novamente, cada vez mais presente nos meus sonhos. Também podia ser na minha realidade mas pelos vistos ainda não é agora…

Eu. Tu. E uma mota.

Foi assim que acordei hoje. Com um brilho nos olhos e um sorriso nos lábios por, ao acordar, me ter apercebido que voltaste a entrar nos meus sonhos. 
Um passeio de mota. Mais uma aventura para juntar à nossa panóplia de passeio que demos, verdadeiramente.

Eu. Tu. E uma mota.

Não tarda muito para que tudo seja real. Assim espero ☺️

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Sonhos 12.0

Já valeu a pena ter faltado ao treino e ter ficado na ronha. Sabes, aqueles minutinhos que te vão fazer falta depois mas que aproveitas para ficar na cama?!. Pois, esses mesmos, foram os suficientes para sonhar contigo! E que bela forma de começar a véspera do dia dos namorados (quanta ironia…)

Era estranho o sonho. Na verdade acho que todos os meus sonhos são estranhos 😅 

Andava a fugir de alguém mas não sei o motivo. Escondi-me na Hall de entrada do meu antigo prédio. Mas não foi o suficiente para não ser vista. Apanharam-me. Deram conta que era ali que eu estava escondida. Mas o inesperado aconteceu… Sem que eu me tenha apercebido do que realmente aconteceu, a maré de pessoas que se encontrava na rua, começou a correr para dentro daqueles prédios. O perigo era eminente. Se estavam a entrar por ali adentro e a fugir para a cave tinha de lhes seguir as pesadas. E assim comecei eu a descer o prédio. Mas, por excesso de pânico, ou eles por euforia, a distância que nos separava nessa fuga, foi cada vez maior até que deixei de conseguir ver as pessoas e continuava simplesmente a descer andares que nem sabia que o prédio tinha.

Até que… Entrei num espaço completamente diferente. Tinha bastantes divisões. Parecia aqueles sítios onde se leem cartas e há bruxarias. Fui completamente apanhada desprevenida. Entrei em várias divisões e o que encontrava era sempre coisas desse género. Estava a ficar frustrada. Não encontrava as pessoas que comigo tinham descido todas aquelas escadas do prédio.

Até que, numa divisão que me era mais familiar, algo parecido a uma vinha e saía de refeições lá estavas tu. Não sei o que estavas a fazer mas eu não dei logo contigo. 


To be continued…

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

E. L. - A Dama Negra

  • Porquê?
  • Porque é uma perda de tempo e é estupidez. E, francamente, embora eu goste dela, acho que não vale a pena.
  • Eu amava-a - murmurou ele, vendo o uísque rodopiar antes de o beber. - Dei-lhe o melhor de mim.
  • Alguma vez consideraste a hipótese de ela não ter dado o melhor? Que talvez tenha sido ela a não estar à altura?

Andrew observou Miranda por cima da borda do copo. - Não.

  • Talvez devesses. Ou talvez devesses considerar que o melhor que tinhas e o melhor que ela tinha não equivalessem ao melhor dos dois juntos. Há muitos casamentos que falham. As pessoas acabam por ultrapassar a situação.

Ele olhou para a bebida, observando a luz tremeluzir através do copo. - Talvez se não ultrapassassem isso tão facilmente, os casamentos não fracassassem tantas vezes.

  • E talvez se as pessoas não fingissem que o amor é que faz girar o mundo, escolhessem os seus companheiros com mais cuidado.
  • É o amor que faz girar o mundo, Miranda. É por isso que o mundo está de pernas para o ar.