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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Sonhos

(…)

Os sonhos sempre me fascinaram. Não pelo seu conteúdo, poi nem sempre é bom. Fascinam-me pelo facto de, na maior parte das vezes, pelo menos acontece comigo, sonhar com algo que vivi ou então com algo que anseio muito. Por vezes é perturbador, confesso. Não sei distinguir a realidade da ‘’ficção’’, daquilo que realmente se passou, ainda que apenas na minha mente. No meu subconsciente. Não sei se por vezes é apenas ele a pregar-me partidas para ver como reajo. Para eu me ‘’descolar’’ de mim mesma. Para perceber até onde sou capaz de ir para testar os meus limites. A minha coragem. A minha reação perante as diversas situações que me surgem.

(…)

~

quarta-feira, 19 de março de 2014

Eu sei lá...

 
Por vezes sinto que te estou a perder. Que estás distante. Que és diferente do que eras no início. Que te transformaste numa pessoa que não reconheço. Por vezes, e tenho quase a certa, a razão de ser dessa tua alteração fui/sou eu. Desculpa fazer aquilo que te faço.

Amo-te muito meu bébé lindo <3

terça-feira, 11 de março de 2014

Promessas em vão...

 
E quem não fez já promessas e que não cumpriu? Já pensaram no desgosto que deram/dão à outra pessoa? Ela que fica impaciente, quase que lhe dá uma coisinha má com essa ânsia, com vontade de ver/ouvir/sentir o que prometemos e no final de contas nada do que dissemos que íamos fazer aconteceu...
Sei que muitas vezes, quando isto acontece, falo por mim, não é com essa intenção, não faço a promessa a pensar em não a fazer, simplesmente acontece não acontecer, e sei o quando isso magoa os outros.
"Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti" -> se isto é verdade, e eu sei que é, porque é que cometemos tal erro e caímos na tentação de o cometer? E sim, sei que, se calhar, acontece com mais frequência do que devia acontecer, mas a ironia do destino é assim e por vezes não temos maneira de fugir dela. 
P.S pensem 2 vezes antes de fazer uma promessa

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

"As pessoas mudam..."


 É bem verdade. Quando alguém me dizia que as pessoas mudam eu não acreditava nessas palavras. Pensava que diziam aquilo da boca para fora mas agora, mais do que nunca, sei que é verdade. Descobri isto talvez da pior maneira, estranha e diferente até.
É incrível como uma simples chamada de telemóvel nos leva a essa realidade. Afinal uma chamada de telemóvel é algo banal e, tal como aconteceu, deixa transparecer outra realidade. Aquela a que não estamos acostumados. Fiquei triste quando falei contigo. Abatida mesmo. Dei por mim perdida no mundo dos pensamentos a imaginar como é que a tua atitude mudou. Eu sei que já lá vão mais de 4anos. 4anos é muito tempo, eu sei, e só agora me apercebi de tal facto. Fiquei modos que chocada com o teu tom de vós. Uma tonalidade que não conhecia nem nunca imaginei que pudesses ter. Se calhar aquilo que foi vivido à 4anos não te tenha marcado tanto como me marcou a mim. Ainda hoje dou por mim a pensar em ti e uma imensidão de saudade apodera-se de mim. Se calhar, para ti, não passou de uma fase mas, a mim, marcou-me bastante. Não só pelo teu modo de ser mas pelo teu carácter e sobretudo pela tua atitude. Gostava que ainda tivéssemos a mesma cumplicidade que tivemos inicialmente, embora nada passasse de uma amizade. Gostava de passar mais tempo contigo e partilhar momentos da minha vida contigo. Gostava de 1001 coisas que sei que não vão acontecer por mais que deseje. Gostava de ser o que fui, saber o que sei no corpo e mentalidade que possuo. Gostava de poder olhar para ti mais uma vez que fosse e ver surgir um grande e largo sorriso nos teus lábios e aquele brilhozinho especial que na altura tinhas nos olhos.
Agora, mais do que nunca, sei que não passamos apenas de breves amigos, talvez apenas conhecidos. Toda a essência que na altura havia deixou de existir e passou a haver algo que não sei explicar o que é.
Obrigada por teres existido na minha vida. Não gostava de ter perdido o elo que nos unia mas, pesar de tudo, de alguma amargura e rancor que tenha, não vou deixar de gostar de ti.

Beijinhos

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Come back


Confesso, já tinha vontade de escrever, de desabafar, de ler o que vocês escrevem. O P. não se fartava de me dizer “O que se passa contigo? Já há tanto tempo que não vais ao teu blog escrever...”. É verdade, afastei-me um bocadinho mas quero voltar e ligar esse laço com os vossos blogs.
Isto de estudar, ter exames e ainda para mais o código não dá com nada. Nem sequer tenho tempo para vir ao pc… Ando a desligar-me de muitas coisas ao mesmo tempo mas isso vai mudar.
Fiquem bem. Beijinhos :)

domingo, 28 de abril de 2013

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Angústia


Só de pensar que não estou contigo e que não te vou ver deixa-me assim... Triste, angustiada e por vezes até revoltada.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Adoro-te sábado à noite. Obrigada por tudo o que me proporcionas -.-'

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A fragilidade dos outros fere-me...


Hoje sinto-me assim, fragilizada. Sensível. Sempre que  alguém da minha família morre fico neste estado (ou ainda pior), independentemente da ligação que tinha com essa pessoa. Só me apetece chorar. Deitar tudo cá para fora. Não é que a pessoa em causa me fosse próxima, muito pelo contrário. Não a via há anos mas, ver os restantes membros da família em baixo, e recordar momentos e alegrias passados juntos, deixa-me em baixo. Não fui ao funeral, foi em Lisboa. Fiz mal em não ter ido. Era bom estar com a família pois já não vejo há anos, queria passar um bocadinho com eles, nem que fossem meras horas. Era suficiente para matar saudades. Era bom para recordar rostos. Era bom pois assim tinha recordações mais recentes deles embora o motivo que me tivesse levado a vê-los não fosse o melhor.

Apesar de todo este sofrimento, toda esta angústia não me apetece chorar somente por este (tão grande e triste) motivo. Estar longe e sem notícias daqueles que mais amo, mesmo que seja por algumas horas, custa. Custa ainda mais pois, na última conversa que tivemos, ele disse-me que provavelmente já não estaria vivo no dia seguinte (que horror só de pensar). E a verdade é que, já não sei nada dele há mais de 24horas, estou a entrar em desespero.

Para aumentar ainda mais este acumular de emoções, há ainda aquelas víboras que entram nas nossas vidas para estragarem tudo. Adoram meter-se na vida de toda agente mas falar da vida delas é impossível. É como se tivessem uma fortaleza a proteger a entrada. Estou farta dessas pessoas. Era muito melhor, para mim, que essas pessoas, já que gostam tanto de opinar sobre os outros, tivessem coragem e dissessem na cara tudo aquilo que dizem pelas costas, pois, assim saberiam se tinham razão e se de facto tudo aquilo que dizem é verdade ou não. Que ganhem consciência e deixem de falar daquilo que não sabem.

Vou chorar desalmadamente para a minha almofada.

See you later.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O sentido da vida


“O que para mim dá sentido à vida?…”

“Eu estou completamente de acordo com a perspectiva de A. Camus. A vida não tem sentido, é absurda. Qual o verdadeiro sentido da vida se acabamos todos iguais, da mesma maneira? Uns até podem ser cremados, outros permanecerem num jazigo, outros ainda “irem para debaixo da terra”. Uma coisa é certa, todos nós, sem excepção, nascemos para morrermos. É indiferente se somos ricos ou pobres. Se temos uma boa ou má família. Se temos uma grande diversidade de amigos ou se lutamos pela vida sozinhos. Todos temos um fim, um término, ainda que indeterminado. Não sabemos ao certo quando vai acontecer. Sabemos apenas que vai acontecer  e, isso por menos bom que seja e por menos que queiramos, acontece mesmo. Disso não há dúvidas.

Bem, uma coisa é certa. O meu modo de ver a vida e o mundo alterou-se à pouco tempo (in)felizmente. Só há cerca de dois meses é que me apercebi realmente do que a vida é, ainda que não consiga percebê-la muito bem. Só quando a minha avó morreu é que me deparei e me enfrentei com a derradeira pergunta “O que é a vida!”, ”Qual o sentido da vida?”. Só nessa altura é que me apercebi que vivia num mundo de sonhos, num mundo onde nada do que eu imaginava ser era. Ainda mais recentemente perdi um entre querido (e isso foi uma prova de que nem só as pessoas marcam e deixam feridas quando morrem). Foi nessa altura que me apercebi mesmo e obti ainda mais respostas às minhas perguntas feitas anteriormente. “Para quê viver se todos deixamos, de um dia para o outro, de existir?” “Porque é que nascemos se estamos todos destinados ao mesmo fim?” Pois, é verdade. Apesar de já ter obtido grande parte das respostas a estas perguntas ainda existem uns quantos pontos de interrogação pelo meio, e creio que nunca chegarei a obter uma resposta que me consiga explicar tudo, pois, quando finalmente a poderei obter será o meu fim e aí é tarde de mais.

Até então, sonhava e sempre pensei que a vida tinha continuação, que nunca acabava. Acreditava mesmo que depois da nossa morte poderia haver outra vida, pois estou habituada a ouvir, e com bastante frequência, “na tua outra vida foste isto, eras aquilo…” Daí nunca me ter apercebido do verdadeiro sentido que a vida tem. Sonhava com uma realidade que não existia, não existe e nunca existirá. Agora, e apesar de ter sido assim, consigo perceber melhor o que é a vida e qual o seu sentido. Finalmente posso afirmar que a vida é um pleno absurdo. Não há qualquer sentido para se viver.

Curiosamente apercebi-me disto, e penso que as outras pessoas pensam da mesma maneira, só depois de ter passado um período de tristeza, de dor, de sofrimento, de angústia é que sei qual o valor da vida e que, de todas as maneiras, nunca devemos de desistir daquilo que queremos e ambicionamos pois, se pensarmos em nós e se pensarmos numa pessoa que tenha cancro, vamos aperceber-nos que nós queremos mil e uma coisas, muitas delas que nem necessárias são à nossa vida e aquela pessoa que tem uma doença e que sabe, possivelmente, que não lhe resta grande coisa, grande tempo de vida apenas espera uma coisa, saúde e solução para o problema.”


Resposta dada num teste de filosofia

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

IPO #1


Hoje fui a Coimbra. A tia tinha que fazer uma radiografia no IPO e fui com ela. Deitei-me cedito, mas às 6h15min já estava de pé. Foi um longo dia…

Por volta das 9h15min estávamos a entrar no IPO (não gosto de pensar em tudo o que de facto se passa nesta secção de saúde, deve ser horrível passar por aquilo que algumas pessoas passam. Basicamente deixam de ter vida própria. Não me vejo numa situação idêntica (e assim o espero)). Depois de aproximadamente 1h30min à espera ela lá entrou. Saiu animada por um lado, por outro nem tanto. A enfermeira que lhe fez o exame deu-lhe os resultados por alto. O quisto que tem numa das mamas não aumentou, é de pequenas dimensões mas necessita de ser vigiado. Porém, apareceu na outra mama um quisto, na qual a enfermeira designou por “tumor”. Não sei o que foi melhor no meio de toda a situação… Só terá consulta no início de Dezembro e só aí é que saberá exactamente o resultado do exame e somente nessa altura é que a médica lhe dirá o que tem de fazer. Em princípio, não é nada alarmante mas, com tudo o que se tem ouvido todos os dias, todos os cuidados são pouco, por mais que se tenham.

Bem, depois de tudo isto seguimos para o Dolce Vita onde gastamos, basicamente, todo o dinheiro que tínhamos. Como é isto possível?! :O Ainda havia bastantes saldos e deu para animar um pouco (apesar de ela, mesmo assim, ser bastante animada. Daí ser a minha tia favorita ^^) o dia depois de tudo o que soubemos de manhã.

Espero que tudo permaneça como está, pois para melhor acho que não vai…

quarta-feira, 25 de julho de 2012

...E queria mesmo...


"Eu queria estar contigo agora, irritar-te, provocar-te, para depois poder-te abraçar e cair na risada, porque nada é melhor que te ter ao meu lado! <3"