
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
Coisas nunca antes vistas... #1
Ainda referente à neve da semana
passada. Alguma vez viram ou ouviram falar em neve e trovoada, em simultâneo?
Pelo que ouvi isto era algo horrível de se ver, assustador mesmo.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Agora, mais do que nunca,
sei aquilo que sinto por ti. Depois de tudo o que se passou entre nós, depois
de todos os momentos só nossos, depois de toda a cumplicidade que partilhamos,
tenho finalmente respostas a questões que já há algum tempo esperavam por tais
respostas. Sei, e tenho muito pena que assim seja mas a verdade é, que não
partilho dos mesmos sentimentos que tu nutres por mim. Não consigo,
infelizmente, sentir por ti tudo aquilo que tu sentes por mim.
Custa-me, por vezes, estar
contigo. Não me custa no sentido de não gostar de ti ou de ser um enorme
esforço para mim ou até mesmo uma obrigação mas, porque tenho noção e tenho
medo, muito medo mesmo, de te estar a dar falsas esperanças, de te deixar a
pensar que talvez sinta por ti o mesmo que sentes por mim, da mesma maneira…
Sabes que não gosto de te
ver sofrer. Sabes que podes contar comigo para tudo o que precisares. Sabes que
és um grande apoio, e talvez mesmo o melhor, mesmo tendo sido das últimas
pessoas a entrar na minha vida. Sabes perfeitamente que não vivo sem ti, que um
dia sem falar contigo me deixa KO. Não suporto a ideia de te perder e além
disso nem se quer quero pensar em tal coisa, em tal catástrofe. Sabes que eu te
adoro, isso não é novidade <3
P.S – Desculpa não ter tido coragem para te
dizer por palavras tudo aquilo que escrevi em papel. Desculpa por tudo.
P.S 1 – Espero, que depois deste texto,
tenhas entendido porque é que fiquei tão estranha há pouco quando estávamos a
falar…
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Quero-te abraçar...
Havia duas pessoas, um
rapaz e uma rapariga, gostavam muito um do outro mas, infelizmente, não deu em
nada. (Estou a gozar)
Esta é uma história
verídica, presenciada por mim xD Consta que dois semi-adulos (:D É mesmo só
para gozar contigo) adoravam passar muito tempo um com o outro, tempo porém que
não disponham no seu dia-a-dia. Estarem na presença um do outro era o melhor
para ambos, fartavam-se de rir, chateavam-se, um beijinho para aqui outra para
ali, muitos miminhos à mistura e afins e nada…
Bem, agora é mesmo a sério.
Tens noção que és uma das pessoas que mais recentemente entrou na minha vida
mas que tem um dos papéis mais importantes para mim? É verdade. Gosto muito de
ti e sei que o sentimento - pelo menos neste sentido - é recíproco. Adoro-te.
Venero-te, e tu sabes disso. Gosto, muito mesmo, de estar contigo, de estar
agarrada a ti e sentir que estou segura, de sentir a tua mão sobre a minha, de
sentir o teu toque no meu corpo e criar um arrepio, de sentir o teu cheiro
característico e inconfundível - mesmo depois de várias horas passadas-, de ver
a maneira em como te preocupas comigo, de ver o sorriso que se forma nos teus
lábios quando está comigo, de receber os teus miminhos (mas afinal qual é a
rapariga que não gosta?...).
Gostava de puder dizer-te o
que sinto por ti mas, não encontro palavras que o expliquem pois, nem eu própria
sei o que sinto por ti. Por mais que tente perceber não consigo. Sei que isto
te pode deixar triste e em baixo mas é a verdade e não posso fugir dela... L
O resto vem por acréscimo e
só o futuro nos dirá o que nos reserva e, sinceramente, espero que seja mesmo
algo bom J
“Quero-te abraçar e puder
voar…”
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
A fragilidade dos outros fere-me...
Hoje sinto-me assim, fragilizada.
Sensível. Sempre que alguém da minha família morre fico neste estado (ou ainda pior),
independentemente da ligação que tinha com essa pessoa. Só me apetece chorar. Deitar
tudo cá para fora. Não é que a pessoa em causa me fosse próxima, muito pelo
contrário. Não a via há anos mas, ver os restantes membros da família em baixo,
e recordar momentos e alegrias passados juntos, deixa-me em baixo. Não fui ao
funeral, foi em Lisboa. Fiz mal em não ter ido. Era bom estar com a família
pois já não vejo há anos, queria passar um bocadinho com eles, nem que fossem
meras horas. Era suficiente para matar saudades. Era bom para recordar rostos. Era
bom pois assim tinha recordações mais recentes deles embora o motivo que me
tivesse levado a vê-los não fosse o melhor.
Apesar de todo este sofrimento,
toda esta angústia não me apetece chorar somente por este (tão grande e triste)
motivo. Estar longe e sem notícias daqueles que mais amo, mesmo que seja por
algumas horas, custa. Custa ainda mais pois, na última conversa que tivemos,
ele disse-me que provavelmente já não estaria vivo no dia seguinte (que horror só
de pensar). E a verdade é que, já não sei nada dele há mais de 24horas, estou a
entrar em desespero.
Para aumentar ainda mais este
acumular de emoções, há ainda aquelas víboras que entram nas nossas vidas para
estragarem tudo. Adoram meter-se na vida de toda agente mas falar da vida delas
é impossível. É como se tivessem uma fortaleza a proteger a entrada. Estou farta
dessas pessoas. Era muito melhor, para mim, que essas pessoas, já que gostam
tanto de opinar sobre os outros, tivessem coragem e dissessem na cara tudo
aquilo que dizem pelas costas, pois, assim saberiam se tinham razão e se de facto
tudo aquilo que dizem é verdade ou não. Que ganhem consciência e deixem de
falar daquilo que não sabem.
Vou chorar desalmadamente para a
minha almofada.
See you later.
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