domingo, 27 de janeiro de 2013

Coisas nunca antes vistas... #1


Ainda referente à neve da semana passada. Alguma vez viram ou ouviram falar em neve e trovoada, em simultâneo? Pelo que ouvi isto era algo horrível de se ver, assustador mesmo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


Agora, mais do que nunca, sei aquilo que sinto por ti. Depois de tudo o que se passou entre nós, depois de todos os momentos só nossos, depois de toda a cumplicidade que partilhamos, tenho finalmente respostas a questões que já há algum tempo esperavam por tais respostas. Sei, e tenho muito pena que assim seja mas a verdade é, que não partilho dos mesmos sentimentos que tu nutres por mim. Não consigo, infelizmente, sentir por ti tudo aquilo que tu sentes por mim.

Custa-me, por vezes, estar contigo. Não me custa no sentido de não gostar de ti ou de ser um enorme esforço para mim ou até mesmo uma obrigação mas, porque tenho noção e tenho medo, muito medo mesmo, de te estar a dar falsas esperanças, de te deixar a pensar que talvez sinta por ti o mesmo que sentes por mim, da mesma maneira…

Sabes que não gosto de te ver sofrer. Sabes que podes contar comigo para tudo o que precisares. Sabes que és um grande apoio, e talvez mesmo o melhor, mesmo tendo sido das últimas pessoas a entrar na minha vida. Sabes perfeitamente que não vivo sem ti, que um dia sem falar contigo me deixa KO. Não suporto a ideia de te perder e além disso nem se quer quero pensar em tal coisa, em tal catástrofe. Sabes que eu te adoro, isso não é novidade <3

 

P.S – Desculpa não ter tido coragem para te dizer por palavras tudo aquilo que escrevi em papel. Desculpa por tudo.

P.S 1 – Espero, que depois deste texto, tenhas entendido porque é que fiquei tão estranha há pouco quando estávamos a falar…

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Quero-te abraçar...


Havia duas pessoas, um rapaz e uma rapariga, gostavam muito um do outro mas, infelizmente, não deu em nada. (Estou a gozar)

Esta é uma história verídica, presenciada por mim xD Consta que dois semi-adulos (:D É mesmo só para gozar contigo) adoravam passar muito tempo um com o outro, tempo porém que não disponham no seu dia-a-dia. Estarem na presença um do outro era o melhor para ambos, fartavam-se de rir, chateavam-se, um beijinho para aqui outra para ali, muitos miminhos à mistura e afins e nada…

Bem, agora é mesmo a sério. Tens noção que és uma das pessoas que mais recentemente entrou na minha vida mas que tem um dos papéis mais importantes para mim? É verdade. Gosto muito de ti e sei que o sentimento - pelo menos neste sentido - é recíproco. Adoro-te. Venero-te, e tu sabes disso. Gosto, muito mesmo, de estar contigo, de estar agarrada a ti e sentir que estou segura, de sentir a tua mão sobre a minha, de sentir o teu toque no meu corpo e criar um arrepio, de sentir o teu cheiro característico e inconfundível - mesmo depois de várias horas passadas-, de ver a maneira em como te preocupas comigo, de ver o sorriso que se forma nos teus lábios quando está comigo, de receber os teus miminhos (mas afinal qual é a rapariga que não gosta?...).

Gostava de puder dizer-te o que sinto por ti mas, não encontro palavras que o expliquem pois, nem eu própria sei o que sinto por ti. Por mais que tente perceber não consigo. Sei que isto te pode deixar triste e em baixo mas é a verdade e não posso fugir dela... L

O resto vem por acréscimo e só o futuro nos dirá o que nos reserva e, sinceramente, espero que seja mesmo algo bom J

 

“Quero-te abraçar e puder voar…”

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A fragilidade dos outros fere-me...


Hoje sinto-me assim, fragilizada. Sensível. Sempre que  alguém da minha família morre fico neste estado (ou ainda pior), independentemente da ligação que tinha com essa pessoa. Só me apetece chorar. Deitar tudo cá para fora. Não é que a pessoa em causa me fosse próxima, muito pelo contrário. Não a via há anos mas, ver os restantes membros da família em baixo, e recordar momentos e alegrias passados juntos, deixa-me em baixo. Não fui ao funeral, foi em Lisboa. Fiz mal em não ter ido. Era bom estar com a família pois já não vejo há anos, queria passar um bocadinho com eles, nem que fossem meras horas. Era suficiente para matar saudades. Era bom para recordar rostos. Era bom pois assim tinha recordações mais recentes deles embora o motivo que me tivesse levado a vê-los não fosse o melhor.

Apesar de todo este sofrimento, toda esta angústia não me apetece chorar somente por este (tão grande e triste) motivo. Estar longe e sem notícias daqueles que mais amo, mesmo que seja por algumas horas, custa. Custa ainda mais pois, na última conversa que tivemos, ele disse-me que provavelmente já não estaria vivo no dia seguinte (que horror só de pensar). E a verdade é que, já não sei nada dele há mais de 24horas, estou a entrar em desespero.

Para aumentar ainda mais este acumular de emoções, há ainda aquelas víboras que entram nas nossas vidas para estragarem tudo. Adoram meter-se na vida de toda agente mas falar da vida delas é impossível. É como se tivessem uma fortaleza a proteger a entrada. Estou farta dessas pessoas. Era muito melhor, para mim, que essas pessoas, já que gostam tanto de opinar sobre os outros, tivessem coragem e dissessem na cara tudo aquilo que dizem pelas costas, pois, assim saberiam se tinham razão e se de facto tudo aquilo que dizem é verdade ou não. Que ganhem consciência e deixem de falar daquilo que não sabem.

Vou chorar desalmadamente para a minha almofada.

See you later.